STF nega anular indenização de Deltan a Lula por caso do powerpoint
Carmem Lúcia rejeitou pedido da defesa por motivos processuais
Carmem Lúcia rejeitou pedido da defesa por motivos processuais
A ministra Cármen
Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou, nesta quarta-feira (24), a
anulação da decisão que condenou o ex-procurador da Operação Lava Jato Deltan
Dallagnol a indenizar em R$ 75 mil o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no
“caso do powerpoint”. A rejeição da anulação ocorreu por motivos
processuais se sequer apreciou o mérito do pedido.
Em 2016, então
chefe da força-tarefa da Lava Jato, Dallagnol fez uma apresentação de powerpoint para
acusar Lula, que era investigado pela operação, de chefiar uma organização
criminosa. Posteriormente, os processos foram anulados após o STF considerar o
ex-juiz Sérgio Moro parcial na condução da investigação.
Em março de 2022, o
Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou Deltan Dallagnol ao pagamento de R$
75 mil em danos morais a Lula.
Na ocasião,
Cristiano Zanin, advogado de Lula, questionou a conduta funcional de Dallagnol.
Segundo ele, o ex-procurador e outros integrantes da Lava Jato usaram a
apresentação de powerpoint para acusar o ex-presidente de atuar como
“comandante e maestro de uma organização criminosa”.
Para o STJ, o ex- procurador usou termos desabonadores e linguagem não técnica em relação ao então ex-presidente.
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